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quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Agressividade Infantil: como lidar com crianças agressivas?

agressividade infantil pode se manifestar nas diferentes fases do desenvolvimento infantil, de diversas formas, contra si mesmo ou contra o outro. Pode ser observado hoje na clínica, que muitos pais procuram atendimento psicológico para seus filhos trazendo como queixa a agressividade. Muitos pais não sabem como agir diante desse comportamento, se sentindo confusos e culpados. A agressivamente é algo inerente ao ser humano. A forma como ele reage frente a ela está vinculada a valores, leis, entre outros que vão variar de acordo com a sociedade e cultura que está inserido. Assim sendo, o que deve ser controlado são os atos de violência e agressão.

BULLYING NA ESCOLA: O QUE É E COMO COMBATER?

O que é o bullying?

A palavra tem origem inglesa e tem como significado o ato de ameaçar, agredir ou intimidar alguém. O bullying pode ser definido como agressão - física, verbal, material, sexual, virtual e psicológica - de maneira intencional e recorrente.

Quais as principais consequências?

As consequências do bullying podem afetar desde a esfera individual do aluno até a toda a dinâmica escolar. A vítima pode desenvolver diversos danos psicológicos, como problemas de autoestima, ansiedade, depressão entre outros. O bullying pode afetar em vários aspectos a construção da identidade e da personalidade de quem sofre essa violência.
Dessa forma, a vítima pode passar a não conseguir ter um bom desempenho escolar, apresentando dificuldades de aprendizagem e de concentração, o que pode resultar em uma possível evasão escolar.  
Em vista que essas consequências prejudicam todo o cenário da instituição, é importante que a escola busque compreender essa prática mais a fundo e encontre estratégias para lidar com o assunto.

Como lidar com bullying?

A escola pode lidar com o bullying tanto buscando medidas de prevenção quanto estratégias de intervenção.
Na prevenção, a escola trabalha com a conscientização dos alunos e da família acerca do assunto, deixando claro que é uma prática negativa, imoral e que, caso ocorra, terá suas devidas penalizações para os agressores. Essa medida é importante pois muitos estudantes não sabem da gravidade do bullying e que existe uma lei cujo objetivo é a criminalização dessas ocorrências.
Uma forma de trabalhar com a prevenção do bullying é com o desenvolvimento socioemocional dos estudantes. Com isso, é possível a formação de alunos - pessoas - mais empáticos, comunicadores e que sabem lidar melhor com conflitos em geral. O número de casos desse tipo tendem a diminuir em escolas que trabalham com o socioemocional. Isso porque os alunos passam a respeitar mais as diferenças, o outro, e também conseguem se comunicar de forma mais clara e com menos anseio caso alguma agressão ocorra, sentindo-se mais confortáveis para procurar a direção escolar e a pedir ajuda.
Para combater a ocorrência do bullying com medidas de intervenção, as instituições precisam capacitar os professores assim como toda a equipe pedagógica para que eles saibam como identificar e lidar com o conflito. Com isso, as vítimas recebem o suporte necessário para superar e enfrentar o que aconteceu e o agressor é punido tendo a noção que seus atos foram errados e que isso não poderá ocorrer novamente.

Conclusão

O bullying pode ser combatido com medidas de prevenção e de intervenção. Isso pode ser feito por meio de desenvolvimento socioemocional dos alunos e também com uma formação e capacitação do corpo docente em relação a essa prática.
O mais importante é que tanto os alunos quanto a família e toda a equipe escolar precisam estar esclarecidos em relação ao assunto, sabendo da sua seriedade e consequências.
Fonte: par

Qual é o Quadro da Educação Infantil Brasileira?

Os primeiros anos na vida de criança são fundamentais para a construção de habilidades cognitivas e socioemocionais que serão carregadas por ela até a fase adulta. Nesse período, exitem muitos atores que podem impedir um desenvolvimento pleno e, consequentemente, na diminuição ou no aumento da desigualdade social na sociedade.
educação infantil (um desses principais atores influentes) é divida em 3 fases: até os três anos de idade, com as creches; aos 4 e 5 com a pré-escola e, a partir dos 6 anos, com o ingresso no ensino fundamental. Diante da importância de tais instituições fica a questão:
Qual é a realidade da primeira infância em um país tão imenso e desigual como o Brasil? O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), responsável por tais estatísticas, apresenta uma série de indicadores que demonstram a realidade e aponta demandas. Dê uma olhada nelas abaixo!

Cenário da educação infantil no Brasil

De acordo com o Censo Escolar, referente a 2017, as 67,8 mil creches atuantes no Brasil (soma das públicas e privadas) atendem apenas 30,4% (3,4 milhões de crianças) da população dessa faixa etária. As privadas — inacessíveis às famílias carentes — totalizaram 40,6% do total de creches, número que corresponde a 27,1 mil instituições.
educação infantil brasileiraNo âmbito das instituições públicas, a infraestrutura para a educação infantil nos primeiros anos de vida é responsabilidade dos municípios, o que explica parte da carência de creches, uma vez que as prefeituras estão no nível de administração pública mais sensível a verbas.
Já o cenário da pré-escola é um pouco melhor, 90,2% da população na faixa etária é atendida, esse número corresponde a 5,1 milhões de alunos. Quase um quarto das matrículas são em ensino particular (23,2% ou 1,1 milhão de estudantes).
Os primeiros anos do ensino fundamental (6 a 10 anos de idade) são o período de maior cobertura, em que 115,4 mil escolas atendem 99,5% da população — 10,8 milhões de crianças na rede pública e 4,9 milhões no ensino particular.

Educação em outros países

Países que são referência em educação, como Finlândia e Japão, praticam modelos bem distintos do formato brasileiro. Em 2017, tais países ocuparam, respectivamente, primeiro e segundo lugar no ranking da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que abrangeu 35 países; o Brasil ficou com a 34ª colocação. Trabalhar conteúdos de maneira interdisciplinar, garantir pensamento crítico, cidadania e responsabilidade, na prática, são alguns pontos de destaque.
O status e a remuneração dos professores são outros pontos que refletem diretamente nesse sucesso. Por aqui, de acordo com o levantamento do Inep, apenas 78,4% (1,7 milhão) dos 2,2 milhões de profissionais ativos na educação básica do Brasil possuem ensino superior completo. Além disso, a população brasileira é a que menos valoriza docentes.

Trabalho coletivo e interdisciplinaridade

Enquanto isso, o Japão incentiva o trabalho coletivo e cuidado com a escola, desenvolvendo assuntos como economia doméstica e debates, que ajudarão as crianças a se transformarem em adultos autônomos e preparados. Na Finlândia, um mesmo assunto pode gerar aprendizado em matemática, sociologia e história.

Apoie os primeiros anos de vida

Há estudos que comprovam que o investimento na primeira infância é determinante, ainda que a situação da educação infantil do país sugira o contrário. A qualidade do ensino nos primeiros 6 anos de vida traz inúmeros benefícios:
  • capacidade cognitiva acelerada;
  • estimula comportamentos sociais saudáveis e responsáveis (menores índices de obesidade, hipertensão, doenças cardíacas, envolvimento com criminalidade, álcool e cigarro);
  • aumenta o QI (Quociente de Inteligência);
  • e melhora a perspectiva de futuro (diferença de até 25% no rendimento na vida adulta).
Assim, é inegável que a construção de uma sociedade com menos desigualdade social passa pela primeira infância. É de fundamental importância proporcionar vínculos saudáveis com adultos preparados, que estimulem e facilitem o processo de descoberta do mundo.

Responsabilidade social

A sociedade como um todo tem responsabilidade neste cenário, exercendo a democracia por meio da vigilância e cobrança de políticas e investimento público junto às autoridades locais. Bem como apoiando as entidades sociais não governamentais que atuam fortemente para suprir a demanda latente das famílias em situação de vulnerabilidade social, que não têm condições de fornecer a estrutura necessária aos menores.
A partir de projetos financiados por doações e apadrinhamentos (valor fixo acessível destinado mensalmente), crianças que antes estavam imersas nas mais diferentes situações de vulnerabilidade social passam a ter seu potencial desenvolvidos e direitos garantidos. São projetos que transformam vidas, pois dão a chance de que elas vivenciem atividades saudáveis que trarão novos horizontes, percepções e possibilidades para essas crianças.
Investir na primeira infância é proporcionar mais qualidade de vida aos pequenos, o que será refletido em uma sociedade mais segura, mais desenvolvida e mais justa. Adultos responsáveis e atuantes são consequência de um desenvolvimento saudável.
Fonte: child fund brasil

sexta-feira, 20 de março de 2015

Dia do contador de Histórias


No dia 20 de março é comemorado o Dia do Contador de Histórias. A data foi criada em 1991, na Suécia, e tem como principal objetivo reunir os contadores e promover a prática em todo mundo.
A arte de contar histórias é bem antiga. As histórias contadas por gerações foram importantes para a evolução da humanidade. Sem dúvida, todos nós temos um pouco de contadores através de um acontecimento, piada, um bate-papo ou até mesmo em uma conversa pela internet.
O dia de hoje exalta as pessoas que dedicam suas vidas a levar alegrias e histórias com meio de divertimento e aprendizado. Em 20 de março, celebramos os esforços desses profissionais tão queridos que através de técnicas e um dom divino nos encantam e envolvem com suas anedotas.
Parabéns a todos os contadores de histórias do Brasil!


terça-feira, 17 de março de 2015

Para você Professor!

A sugestão de hoje é o Acervo Paulo Freire nesse site você encontra tudo sobre esse autor, especialmente livros para baixar inteiramente grátis :

http://acervo.paulofreire.org/xmlui


Tempo pedagógico.

Encerrei hoje uma etapa de estudo e reflexão sobre Educação Infantil e diante do acervo escolhido fiquei satisfeita com a leitura do livro de Celso Antunes -  Projetos e Práticas Pedagógicas na Educação Infantil, onde trouxe respostas para essa "construção" profissional que caminho a cada dia.
Dentre as reflexões interessantes gostaria de compartilhar a sua afirmação de que "a criança aprende mesmo que pais e professores não as ensinem... E que para dá vigor a sua aprendizagem a figura de um profissional competente fará toda diferença. Nenhuma prática terá sentido sem uma intervenção pedagógica coerente".
Daí a necessidade de a cada dia as práticas pedagógicas ainda mais elaboradas e ação do educador eficiente na sala de aula, a formação inicial e continuada precisa fazer parte do dia a dia do educador.
A aula terminou com a apresentação da frase que propaganda da Mitsubishi Motors - O TEMPO NÃO DÁ RÉ. Essa frase me acompanha e levo para refletir com meus alunos sobre o que estamos fazendo com o nosso tempo.

Fonte: Luciete Oliviera 

domingo, 15 de março de 2015

Dia da Escola


No dia 15 de março comemoramos o dia da escola. É na escola que, por meio dos conteúdos e metodologias, a produção científica, a reflexão filosófica e a capacidade dos alunos se posicionarem criticamente diante das diversidades, dos problemas e das diferentes questões sociais são trabalhados diariamente. A escola enquanto instituição social deve ser valorizada por todos nós, num trabalho que compreende o envolvimento de todo o cotidiano escolar - professores, gestores e comunidade. Assim, pensando nessa data tão representativa, sugerimos algumas atividades que poderão propiciar momentos de reflexão e discussão sobre a função da escola. Essas sugestões de atividades podem ser desenvolvidas no decorrer do ano letivo, em diferentes momentos e ocasiões, e não apenas nesta data específica. Além disso, elas não impedem outros desdobramentos, encaminhamentos e possibilidades, podendo não apenas envolver o trabalho do professor, como também o da equipe pedagógica e dos demais seguimentos da escola.